felicidade

E no intervalo não houve silêncio. Teve copos recolhidos, os cacos, as meias dobradas na gaveta do armário, ao lado das calças, a penteadeira entulhada de livros e uma violeta que não floresce nunca mas cresce espremida num minúsculo vasinho de plástico.

[…]

E teve a vez que o sol entrou pela janela do quarto, o vidro embaçado de frio, o corpo pesado de sono, de cobertores, da sala uma música de refrão fácil, o cheiro do café e aquele vazio de ideias que só podia ser, era a felicidade.

 

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